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COMPETITIVIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Os empresários que não têm responsabilidade social correm o risco de ficar fora do mercado atual. Empresas de marcas sólidas, com tradição adquirida de fato ou comprada, simplesmente de um dia para outro entram em concordata ou sua falência é requerida. Todos os dias, jornais e revistas alertam os consumidores com notícias desastrosas de empresas com forte presença no mercado, que acabaram com o sonho de milhares de consumidores e levaram consigo fornecedores à bancarrota por não honrar o acordo firmado entre as partes e não efetuar o pagamento do compromisso assumido. A marca é um ativo de forte presença, mas é preciso conhecer melhor a situação das empresas com quem se costuma negociar.

A administração com responsabilidade social está por trás do sucesso empresarial e é fundamental para o desenvolvimento e geração de riquezas das empresas. A globalização e a competitividade acirra entre os empresários mais para uma guerra do que para uma disputa de mercado. As promoções de preços abaixo dos custos que beneficiam os consumidores, acabam levando as empresas à morte súbita.

É preciso estar sempre de olho na formação do preço de venda, que é uma das bases do sucesso. No preço final ao consumidor deve estar embutido o custo da mercadoria, as despesas de vendas ( comissões, frete, cartão de crédito, etc. ), impostos ( de acordo com a carga tributária e regime enquadrado pelo Fisco ), custo de oportunidade e margem de lucro. Essa composição sempre deve começar pelo preço de venda com base no mercado, porque é ele que dita as regras. Não adianta o empresário querer ganhar 20% de margem de lucro se o preço de venda não estiver dentro dos parâmetros da concorrência. Neste caso corre sério risco de vender uma quantidade insuficiente, prejudicando o giro dos estoque e consequentemente o ponto de equilíbrio da empresa ( quando as receitas totais são iguais aos custos totais ), isto é, terá que vender uma quantidade muito maior para cobrir a diferença.

Em caso contrário, vender por preço abaixo do custo e não entregar o produto especificado completo significa iludir e desrespeitar o cliente. Esta falta de responsabilidade social denunciada com freqüência pela nossa impressa está na contramão da competitividade requerida no atual contexto nacional e internacional. O conhecido código de ética da JOHNSON & JOHNSON define uma atitude irreversível para a administração do futuro: " Somos responsáveis perante a comunidade em que vivemos e trabalhamos no mundo " .

Dentro da formação do preço de venda um dos itens que mais preocupa são os impostos. A carga tributária brasileira é uma das mais altas do mundo, encarecendo demasiadamente o preço final para o contribuinte. A cada ano que passa, o Governo resolve criar ou majorar as alíquotas de impostos que chegam ao absurdo da bitributação, como é caso das atividades relacionadas ao comércio exterior. Cobrar impostos no Brasil é praxe histórica e quem paga a conta é o setor produtivo, gerador de empregos que sustenta a massa falida do Governo. Mas isso não justifica omissão no comprometimento social que temos como administradores, com nossos parceiros, consumidores, empresários e sobreviventes do Brasil.

Márcio Alexandre é Administrador de Empresas, formado pela Universidade Mackenzie, pós-graduando em Finanças pela FAAP. Celso de Cillo, Engenheiro Civil, formado pela Universidade de São Paulo, Mestre em Administração de Empresas, Professor de Organização Sistemas e Métodos da Escola Superior de Administração de Negócios - ESAN. Sócios da VF Consultores & Associados Ltda. - Fone : 0xx11 251-2521 Fax: 0xx11 3266-9062 ou envie um E-mail para: vfconsultores@uol.com.br.