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CINOMOSE CANINA PODE SER CONTROLADA COM VACINAÇÃO E HIGIENE

Doença altamente contagiosa de distribuição mundial, possui mortalidade inferior apenas à raiva. O vírus da cinomose, intimamente relacionado ao vírus do sarampo humano, sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; é sensível ao calor, luz solar e desinfetante comuns.

A transmissão da cinomose canina ocorre por contato direto, pelas vias respiratórias ou ar contaminado. O período de incubação pode durar de 14 a 18 dias (multiplicação viral em tecido linfóide). Após sua entrada, o vírus se replica nos tecidos linfóides regionais (tonsilas e linfonodos periféricos) causando imunossupressão e susceptibilidade ao desenvolvimento de doenças intercorrentes (pneumonia). A migração do vírus para o sistema nervoso central pode ocasionar lesões desmielinizantes e encefalite. O surgimento de infecções oportunistas é freqüente (toxoplasmose, coccidiose, enterite viral, infecções por Mycoplasma sp e Bordetella bronchiseptica), que ocasionalmente trazem como sintomas: conjuntivite, rinite, tosse, vômito e diarréia, hipoplasia do esmalte dentário, desidratação e perda de peso. Os sintomas neurológicos podem ocorrer logo após a fase aguda da doença ou meses depois.

Segundo Leonardo Brandão, gerente técnico de pequenos animais da Merial, quando o animal doente espirra contamina o ambiente e os animais que estejam perto; inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele. “Existe apenas um sorotipo deste vírus, mas cepas de virulência variada podem causar sintomas clínicos mais ou menos graves. Animais de 3 a 6 meses de idade são mais susceptíveis à infecção devido ao declínio dos títulos de anticorpos transmitidos pela mãe (imunidade passiva)”, completa Leonardo.

As inovações técnicas na medicina humana e veterinária geraram o avanço tecnológico genético utilizado pela Merial Saúde Animal, líder mundial em pesquisa, desenvolvimento de vacinas e produtos veterinários, para a criação de uma vacina com tecnologia recombinante contra cinomose. A Recombitek ultrapassa a barreira de imunidade da mãe e a janela de vulnerabilidade. “É uma proteção extra aos anticorpos maternos, transferidos no momento da amamentação e colostro aos filhotes. Por isso a importância da vacinação aos 42 dias de nascimento”, explica Luiz Luccas, médico veterinário e diretor de operações de animais de companhia da Merial.

O diagnóstico pode ser realizado por meio do exame físico, histórico, e alterações clínicas compatíveis. O hemograma pode demonstrar leucopenia na fase aguda da infecção e, algumas vezes, pode visualizar inclusões virais (corpúsculos de Lentz) dentro dos leucócitos. Existem testes comerciais do tipo ELISA que detectam anticorpos anti-cinomose, sendo úteis para uso em animais não vacinados ou que já tenham tido declínio dos títulos maternos. Técnicas de detecção da partícula viral presente nos tecidos epiteliais e secreções (anticorpo fluorescente e PCR) são úteis mas restritas a centros de pesquisa.

Não existe tratamento específico, indicando-se terapia de suporte (fluidoterapia e antibióticos) para combater a desidratação e doenças infecciosas associadas. O prognóstico é ruim. Além de benefícios exclusivos no controle da cinomose, a vacina Recombitek possui a também exclusiva Proteção Entérica Estratégica. “É a única que associa uma vacina de parvovirose potencializada com coronavirus vivo, diminuindo ainda mais o risco epidemiológico do aparecimento dos casos severos de parvovirose associados a coronavirose”, finaliza Leonardo.

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